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6 de setembro de 2026

Baterista do Left To Die retorna aos EUA por problema de saúde; turnê latino-americana segue com substituto

Foto: Divulgação


O Left To Die, projeto que reúne músicos diretamente ligados à história do Death, inicia nesta quarta-feira (2), em São Luís, no Maranhão, sua aguardada segunda turnê pela América Latina. A série de apresentações está mantida, mas contará com uma mudança de última hora na bateria após Gus Rios (Gruesome, ex-Malevolent Creation) precisar retornar aos Estados Unidos por motivos de saúde.

A situação aconteceu nesta terça-feira, quando a banda chegou ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. Gus começou a apresentar dificuldades na visão e foi levado para atendimento oftalmológico na cidade.

Após a avaliação, foi constatado um problema que exige atenção imediata. O médico recomendou que o músico retornasse aos Estados Unidos o mais rápido possível para iniciar o tratamento adequado.

A preocupação aumentou porque, segundo Gus, existe histórico do mesmo problema em sua família, inclusive com casos que resultaram em perda de visão. Diante da recomendação médica, a prioridade passou a ser seu retorno para casa e o início do acompanhamento especializado.

Apesar do imprevisto, nenhuma apresentação da turnê latino-americana foi cancelada.

Foto: Divulgação


Para os shows no Brasil, o Left To Die contará com Vinicius Talamonte, baterista do Flagelador, que assume a missão de substituir Gus Rios em cima da hora. Nas apresentações pelos demais países da América Latina, quem assume as baquetas é Lee Harrison, baterista e fundador do Monstrosity.

O restante da formação permanece inalterado, reunindo Matt Harvey (vocal e guitarra, Gruesome, Exhumed), Rick Rozz (guitarra, ex-Death) e Terry Butler (baixo, Obituary, ex-Death).

A turnê é realizada pela Open The Road Agency, responsável por levar o Left To Die a uma extensa sequência de apresentações pelo continente.

Silvio Rocha, proprietário da produtora, afirmou que a situação causou grande preocupação em toda a equipe e ressaltou que, neste momento, a recuperação do baterista é o mais importante.

Ficamos bastante preocupados com a saúde do Gus. É uma situação que precisa ser tratada com toda a seriedade e, acima de qualquer questão relacionada à turnê, queremos que ele tenha uma ótima recuperação e possa cuidar disso da melhor maneira possível”, afirma.

O Left To Die tem uma ligação direta com um dos períodos mais emblemáticos da história do death metal. Rick Rozz e Terry Butler fizeram parte do Death, banda criada por Chuck Schuldiner e considerada fundamental para o desenvolvimento do gênero.

Ao lado de Matt Harvey e Gus Rios, os músicos mantêm vivo nos palcos parte desse repertório histórico, proporcionando aos fãs a oportunidade de ouvir clássicos associados aos primeiros anos do Death executados por músicos diretamente ligados àquela trajetória.

A passagem latino-americana começa pelo Brasil e, ao longo de setembro, segue por Chile, Uruguai, Argentina, Peru, Colômbia, Nicarágua e México.


Agradecimento: LP Metal Press

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