![]() |
| Foto: Divulgação |
Um dos maiores fenômenos do rock brasileiro dos anos 1980, o RPM, naquela década, foi a banda que chegou mais longe e acabou mais cedo. Um sucesso meteórico, com muita fama, hits e megaturnês. Mas, do primeiro single, “Louras geladas”, em 1984, até o fim da banda – três álbuns depois e um Disco Mix com Milton Nascimento –, foram apenas quatro anos.
Nesse meio tempo, o LP “Rádio Pirata ao Vivo”, de 1986, fruto de uma turnê pirotécnica dirigida por Ney Matogrosso e comandada pelo empresário Manoel Poladian, chegou a dois milhões e meio de cópias, um marco inédito no mercado fonográfico brasileiro.
Depois disso, seu vocalista, Paulo Ricardo, fez carreira solo e tentou reunir uma vez o grupo com nova formação, em 1993, num projeto igualmente ao vivo. Mas não foi muito longe. Em 2002, porém, o quarteto original voltou com todo o gás, com Paulo (vocal e baixo), Luiz Schiavon (teclados), Fernando Deluqui (guitarra) e Paulo P.A. Pagni (bateria). Fizeram um supershow para gravar um DVD, o formato da moda à época, com o auxílio de uma orquestra de onze figuras, comandada pelo maestro britânico Graham Preskett, metais, Ray-Z nos violões e guitarras, Luiz Carlos na percussão e Bocato no trombone.
Registrado ao vivo no Teatro Procópio Ferreira, em São Paulo, nos dias 26 e 27 de março de 2002, o DVD e álbum “RPM – ao Vivo” – que chega pela primeira vez no formato vinil (duplo) pela Universal Music Brasil – foi produzido pelo próprio RPM, juntamente com o tarimbado Guto Graça Mello.
O álbum “RPM – ao Vivo” já está em pré-venda na UMusic Store.
Saiba mais aqui: https://www.umusicstore.com/rpm
Agradecimento: Universal Music Brasil

Nenhum comentário:
Postar um comentário