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8 de março de 2016

Histórias da Guitarra!!!

Histórias dos maiores guitarristas no mundo do rock. Essa semana: Steve Vai

Steven Siro Vai (Nova Iorque, 6 de junho de 1960) é um guitarrista, compositor e produtor musical estadunidense. Conhecido por ser um guitarrista virtuoso, Steve Vai é considerado pela crítica e pelo público como um dos melhores guitarristas do mundo.
Enquanto crescia, o jovem Steve começou a se interessar pelos guitarristas famosos da época, como Jimi Hendrix e Jimmy Page o que o levou a aprender a tocar guitarra em 1974. Por indicação de um amigo chamado John Sergio começou a fazer aulas particulares com nada menos que Joe Satriani. Steve bateu na porta do Satriani com um violão na mão e um pacote de cordas na outra, dizendo que gostaria de aprender a tocar. O novo aluno logo se destacou.
Em 1967, Steve Vai e sua irmã, Lilian Vai, resolveram formar uma banda, chamada “Hot Chocolate”, onde Steve tocava bongos e Lilian tocava violão. Foi nessa época que ele escreveu sua primeira canção, exatamente, “Hot Chocolate”. Isso durou até seus 10-11 anos de idade.
Pouco tempo após iniciar seus estudos com Satriani, Vai se juntou a uma banda da escola, chamada “The Ohio Express”, formada por Frank Stroshol (guitarra, vocal), Steve Vai (guitarra, vocal), Mike Herlihy (bateria, vocal) e Phil (baixista). O grupo ensaiava no porão da casa de Stroshol, mas tempos depois foram proibidos de fazê-lo e a banda terminou, sem se quer, fazer um show.
Tempos depois, Vai entrou para o “Berklee College of Music”, vindo, também, a tocar em inúmeras bandas locais.
Uma dessas bandas foi a “Circus”, que, segundo Vai, foi uma banda muito boa que tocou as notas certas. Um de seus melhores amigos, quando ele estava crescendo, foi John Sergio (baixista). Sergio foi o responsável por abrir os horizontes de Vai musicalmente. Antes dele, Vai era estritamente um cara de “Led Zeppelin”. Foi Sergio quem lhe apresentou bandas como “Queen”, “Jethro Tull”, “Yes”, “Emerson, Lake and Palmer” e tantas outras progressivas.
Foi com a banda “Circus” que Steve Vai fez sua primeira aparição pública, no “Carle High School”.
Steve ficou fascinado com a música de Frank Zappa. Em uma entrevista a revista Guitar Player Norte Americana, Steve disse que inúmeras vezes, telefonou para Zappa tentando contato (sem muito sucesso), contudo, com muita insistência, Frank atendeu o telefone e perguntou o que Steve desejava. Steve disse que não existia ninguém capaz de transcrever em partituras, com tanta perfeição quanto ele, as músicas de Zappa. Então Zappa, curioso, o autorizou e tão logo Steve enviou pelo correio transcrições dos solos de guitarra de Zappa e de Edgar Varese, e uma fita cassete com um overdub da canção The Black Page, para o próprio. Após encontrar Steve pela primeira vez, Zappa ficou tão impressionado com as habilidades do jovem que o contratou para trabalhar transcrevendo suas intermináveis sequências de rock sinfônico experimental. Este trabalho ficou registrado no chamado “The Frank Zappa Guitar Book”, de 1982. Nesse estágio de formação de sua carreira, Steve registrou seu talento em faixas como Moggio e Stevie's Spanking. Zappa creditava o nome de Vai em seus álbuns como "impossible guitar parts" (numa tradução literal, algo como "o cara das partes impossíveis da guitarra"). Em 1990, Steve lançou seu álbum solo Passion and Warfare, inspirado em uma série de sonhos de Steve. O álbum foi largamente aclamado pela crítica mundial, e teve uma vendagem extraordinária. Isto sedimentou sua posição no topo dos guitarristas "virtuosos". Segundo a revista Guitar Player Brasil #165 de Janeiro de 2010, "Passion & Warfare é um álbum que marcou a carreira de Steve Vai e também uma geração de novos guitarristas. Este disco contém os maiores hits instrumentais de Vai.
Em Setembro de 2015, a renomada revista Guitar Player Brasil (edição #233) comentou que "nos últimos 35 anos, poucos guitarristas tiveram tanta capacidade de se reinventar quanto Steve Vai. A cada trabalho lançado, algo novo foi apresentado, seja em termos técnicos e de composição ou na abordagem do instrumento e na busca por ir além do que já havia percorrido até então. Como um atleta procurando um melhor desempenho, Vai usou os limites como ponto de partida para novas descobertas."



Nascimento: 6 de junho de 1960 (55 anos)




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