Prestes a lançar seu novo álbum, Monarch, o Dead Poet Society vive uma nova fase marcada por contrastes, peso e uma abordagem ainda mais emocional. O disco chega ao público em 2 de outubro pela Spinefarm e sucede FISSION, de 2024.
Antes do lançamento, a banda apresentou “Miami For The Weekend”, escolhido como o último single antes da chegada do álbum. A faixa aparece depois de “Cold”, “Roach” e “Sinner Systems”, mostrando diferentes lados da sonoridade que o grupo explora no novo trabalho.
Thomas Youngblood (Kamelot) – Entrevista sobre o álbum Dark Asylum
Por: Jair Cursiol Filho
Agradecimento: Napalm Records
O guitarrista e fundador do Kamelot, Thomas Youngblood, conversou com a Big Rock N’ Roll sobre o novo álbum da banda, 'Dark Asylum', lançado em 28 de agosto de 2026 pela Napalm Records.
Na entrevista, Thomas fala sobre o processo de criação do novo trabalho, os detalhes por trás da concepção da capa do álbum e também revela os planos do Kamelot para o Brasil.
BÜLENT CEYLAN: “NÃO SOU APENAS COMEDIANTE, PARA A DORO TAMBÉM SOU UM CANTOR DE METAL”
Por: Cintia Seidel
Agradecimento: Napalm Records
Com o segundo álbum, BLMT, artista alemão transforma sua paixão pelo metal em música, unindo peso, crítica social, humor e emoção. Em entrevista à Big Rock N' Roll, Bülent Ceylan fala sobre a parceria com Doro Pesch, suas influências, o desafio de ser levado a sério como músico e revela o desejo de tocar no Brasil.
Riviera Gaz mergulha no desconhecido em “Catacroma”: “Queríamos levar as músicas para um lugar que não conseguimos definir”
Trio formado por Gustavo Riviera, Paulo Kishimoto e Steve Shelley transforma experimentação, referências dos anos 1970 e longas horas de edição em seu novo álbum
Por: Mayara Abreu
Agradecimento: ForMusic
A Riviera Gaz está prestes a abrir um novo capítulo de sua história. Formado por Gustavo Riviera, Paulo Kishimoto e Steve Shelley, o trio multinacional se prepara para lançar “Catacroma”, segundo álbum da banda, que chega às plataformas digitais em 20 de agosto pela ForMusic Records, em parceria com a Revolver, e também será lançado em vinil pela Vampire Blues.
Khemmis celebra a essência do heavy metal em novo álbum autointitulado
Por: Mayara Abreu
Agradecimento: Nuclear Blast / Marcos Franke
Às vésperas do lançamento de seu quinto álbum de estúdio, o Khemmis mostra que continua expandindo os limites do heavy metal sem abrir mão da própria essência. Com lançamento marcado para 12 de junho via "nuclearblast.com", o disco autointitulado Khemmis representa, segundo o guitarrista e vocalista Ben Hutcherson, a versão mais completa e definitiva da banda até agora.
Em entrevista à Big Rock N' Roll, Ben explicou que a decisão de batizar o álbum com o nome da própria banda surgiu após muitas tentativas frustradas de encontrar um título que traduzisse a grandiosidade do trabalho. “Quando você faz um álbum autointitulado, está dizendo: ‘essa é a experiência definitiva da banda’”, afirmou. Para ele, o novo registro encapsula tudo o que o Khemmis construiu ao longo de mais de uma década, funcionando até como um ponto de partida ideal para novos ouvintes.
O vocalista e baixista Andria Busic apresentou oficialmente seu novo álbum, Life As It Is, durante uma coletiva de imprensa realizada no The Metal Bar, em São Paulo. O encontro reuniu jornalistas, influenciadores e representantes da cena rock e metal para um bate-papo sobre o processo de composição do disco, suas inspirações musicais e os desafios enfrentados ao longo da produção.
A Big Rock teve a oportunidade de bater um papo com Adrian...confira!
Bill Hudson comenta entrada no As I Lay Dying, novo álbum e a expectativa para os shows no Brasil
Por: Mayara Abreu
Agradecimento: JZ Press / Dark Dimensions
Prestes a desembarcar na América do Sul para a turnê especial de 20 anos de Shadows Are Security, o guitarrista brasileiro Bill Hudson vive um dos momentos mais simbólicos de sua carreira. Integrante atual do As I Lay Dying, ele conversa com o Big Rock N’ Roll diretamente da Rússia, onde a banda cumpre uma extensa agenda de shows antes de seguir para o Brasil.
A nova edição do Bangers Open Air está se aproximando, com duas datas de apresentações (agendadas para os dias 25 e 26 de abril) e um lineup com quase 40 bandas nacionais e internacionais.
No início do mês, a Big Rock N’ Roll teve a oportunidade de conversar com o baterista Simen Sandnes, da banda Evergrey, e descobrir um pouco mais sobre a nova fase do grupo, seu próximo disco de estúdio e seus dois primeiros shows do ano, que irão acontecer nos dias 22 e 25 de abril no Manifesto Bar e no festival, respectivamente.
O Rock in Rio divulgou em coletiva na tarde dessa terça-feira o line-up completo do New Dance Order, palco de música eletrônica do festival. Com 29 nomes e grandes artistas da cena eletrônica nacional e internacional, o line-up abrange uma variedade de estilos dentro da música eletrônica, para todos os gostos.
Claudio Miranda, curador artístico do Palco New Dance Order, afirmou durante a coletiva junto a Luis Justo, CEO da Rock World, que esse é um dos melhores, se não o melhor line-up já montado pelo festival para o espaço, que estreou em 2019 no festival, quando ganhou um nome, conceito e cenografia especial dentro do Rock in Rio.
Por: Ramires Almeida e Daniel Bianchi (AM Produtora)
Foi realizada ontem no Dharma Studios a audição de “No Light Within”, novo single do Korzus, um dos pilares do Heavy Metal brasileiro. No evento também teve a premiére do videoclipe da música nova e a apresentação dos novos guitarristas da banda. A Big Rock´n´Roll estava lá pra compartilhar todas essas novidades com vocês.
Os jornalistas foram acomodados em um dos amplos estúdios do Dharma, havia café, refrigerante, pãozinho de queijo, entre outros quitutes, proporcionando um ambiente confortável e de confraternização. À frente estava posicionada a bancada onde logo mais sentariam os integrantes da banda para a coletiva. Em frente aos microfones foram colocadas plaquinhas com os nomes dos músicos, Marcelo Pompeu, Rodrigo Oliveira e Dick Siebert e mais duas plaquinhas em branco, o que aumentou ainda mais a curiosidade de todos. Quem são os novos guitarristas do Korzus?
Story Of The Year fala sobre A.R.S.O.N., processo criativo e o amor pelos fãs brasileiros
Por: Mayara Abreu
Agradecimento: HQ Music
Durante conversa com a Big Rock N' Roll, os integrantes do Story Of The Year falaram sobre o processo criativo por trás de A.R.S.O.N., novo álbum da banda, e refletiram sobre a intensidade emocional do disco, as colaborações e a conexão especial que mantêm com o público brasileiro.
Silver Dust fala a Big Rock N' Roll sobre estreia no Brasil, Symphony of Chaos e o poder teatral do metal
Por: Mayara Abreu
Agradecimento: Franke Comunicação
A banda suíça Silver Dust está prestes a viver um momento histórico em sua trajetória. Após mais de uma década de carreira e turnês por mais de 26 países, o grupo liderado por Lord Campbell fará sua primeira apresentação no Brasil durante o Bangers Open Air 2026, no Memorial da América Latina, em São Paulo.
Em entrevista a Big Rock N' Roll, Campbell falou sobre a expectativa para tocar diante do público brasileiro, o conceito por trás do álbum Symphony of Chaos, as influências do metal teatral e os aprendizados ao dividir palco com lendas como KISS, Nightwish e Scorpions.
Culture Wars vive nova fase criativa e promete vinda ao Brasil
Por: Mayara Abreu
Agradecimento: HQ Music
Em um papo rápido, mas direto e cheio de sinceridade, a banda Culture Wars falou com a Big Rock N’ Roll sobre o novo single “In The Morning”, o processo de transformação do próximo álbum e o momento em que a banda percebeu que algo realmente grande estava acontecendo.
“In The Morning” nasce de um lugar vulnerável. Quando perguntei sobre o processo de composição, Alex Dugan explicou que muita coisa aconteceu de forma quase inconsciente.
“Essa música foi interessante porque muita coisa ali era realmente sobre mim. Quando o Caleb começou a criar a parte musical, eu meio que só fui acompanhando e deixando as coisas escaparem da minha boca. Eu acho curioso o que sai da minha cabeça quando eu não estou pensando demais, quando vem do subconsciente.”
A música fala sobre uma versão antiga dele: aquele momento de acordar sozinho, de ressaca, tentando convencer alguém a aparecer e diminuir a solidão. Hoje, casado e em outro momento da vida, ele enxerga a canção como um ciclo encerrado.
“Ainda parece uma parte de mim, mas quando você escreve algo assim e coloca no papel, é como se pudesse fechar o livro. Fiquei muito orgulhoso quando terminamos. Pensei: ‘Ok, você fez um bom trabalho, Alex.’”
Guitarras intensas, sentimento verdadeiro
Um dos pontos mais marcantes da faixa é o contraste entre guitarras fortes e letras emocionais. Para a banda, esse equilíbrio acontece de forma muito natural.
Caleb explicou que eles raramente começam uma música com a visão completa pronta.
“Quase nunca começamos com a visão final da música. Às vezes o Alex começa com um violão, às vezes eu faço uma batida. As músicas meio que dizem para nós o que elas querem ser. Nosso trabalho é só garantir que isso aconteça e não atrapalhar.”
Segundo eles, para esse álbum a regra foi simples: se a música não funciona só com voz e guitarra, ela não vai para frente.
“Se não for boa apenas com dois elementos — voz e guitarra — então a gente não continua. Quando temos essa base sólida, podemos deixar as guitarras fazerem o que quiserem. Não precisamos colocar um monte de enfeites. A música já está ali.”
Foto: @imeliot
O álbum mudou e eles também
O disco que antes se chamaria If Not Now, When? já não carrega mais esse nome. A essência continua, mas o momento é outro.
“Quando pensamos nesse nome foi há dois anos. Mudamos muito desde então. Não parece mais que combina com quem somos agora.”
A mudança foi profunda: metade do álbum foi reescrita. E um dos grandes pontos de virada veio depois de abrirem o show do LANY na Philippine Arena.
Alex relembra que provocou Caleb depois daquela experiência gigante:
“Eu falei: ‘E se a gente refizesse tudo?’”
Caleb então remixou o álbum inteiro com aquela energia de estádio em mente.
“Tocar ao vivo, interagir com pessoas reais, nos deu muita informação. Demos a nós mesmos a permissão de simplesmente sermos uma banda — os instrumentos e nada mais. Isso fez toda a diferença.”
Foto: Divulgação
O momento em que a chave virou
Com mais de um milhão de ouvintes mensais no Spotify, perguntei quando eles perceberam que algo realmente estava mudando.
Para Alex, foi claro:
“‘Typical Ways’ foi o ponto de virada. Foi quando a chave girou e o motor ligou.”
Abrir para bandas como LANY, Keane e Wallows também virou uma espécie de aula prática.
“A gente observa tudo. Como eles fazem a transição entre as músicas, como performam noite após noite. É uma educação muito rápida e muito boa.”
Mas talvez o relato mais simbólico tenha vindo de uma experiência familiar:
“Meu pai estava na academia e o treinador estava tocando ‘Typical Ways’. Meu pai falou: ‘Esse é meu filho.’ E o cara perguntou: ‘Seu filho é o do regata no final?’ Eu pensei: ok… chegamos lá.”
Por onde começar a ouvir?
Perguntei qual música indicariam para quem está conhecendo o Culture Wars agora.
As respostas vieram rápidas:
“Typical Ways”, porque é a que o público mais se conecta
“Slowly”, favorita pessoal
“Bittersweet”
“Wasting My Time”, que eles chamaram de “um hino”
E uma coisa ficou clara:
“Não importa o quão bom seja o disco, o show ao vivo é sempre melhor. Somos uma banda muito boa ao vivo. Ensaiamos muito. Levamos isso muito a sério.”
Antes de encerrar, fiz a pergunta obrigatória: e o Brasil?
A resposta veio direta:
“O plano é ir ainda este ano.”
Se depender da energia da conversa, o Brasil já está na rota.
Steve Hackett celebra o legado do Genesis e relembra a energia inesquecível do Brasil
Por: Mayara Abreu
Agradecimento: Ana Paula Romeiro / Top Cat
Em março, os fãs brasileiros terão mais um encontro com um dos arquitetos do rock progressivo. De volta à América do Sul com a turnê que celebra o melhor do Genesis, Steve Hackett não esconde a empolgação. “É muito emocionante voltar para a América do Sul para tocar novamente. O público é tão receptivo que cria uma atmosfera mágica”, conta o guitarrista.
E quem já viu Hackett ao vivo sabe que essa troca é real. Há quase cinco décadas, o Genesis passou pelo Brasil em 1977 — um momento que permanece vivo na memória do músico. “Foi emocionante receber tanto entusiasmo dos brasileiros. As multidões eram incríveis!”, relembra.
Em entrevista à Big Rock, o Bullet For My Valentine falou abertamente sobre o processo de criação do novo álbum, previsto para o próximo ano.
Segundo Matt Tuck, a banda ainda está no meio do caminho e lidando com uma rotina intensa de turnês, o que acabou impactando diretamente o ritmo das gravações. “O processo criativo ainda está acontecendo. Foi um ano muito corrido, com muitas turnês, então usamos os espaços que tivemos para escrever, às vezes juntos, às vezes individualmente. Demorou um pouco para encontrar um ritmo, mas agora estamos realmente no caminho certo”, explicou.
Matt destacou ainda que o novo trabalho carrega influências de diferentes fases da banda. “Tem sido uma viagem por várias eras do Bullet, e eu acho que isso é uma força. A gente está deixando o álbum ser o que ele quiser ser, de forma natural. Ele vem aí, mas ainda tem muita coisa para fazer”, completou. Padge e Jamie reforçaram a fala do vocalista, lembrando que o ano foi especialmente intenso. “Foi um ano muito ocupado, então tudo aconteceu entre uma turnê e outra. Assim que tivermos um tempo maior, vamos nos dedicar totalmente para entregar o melhor álbum do Bullet For My Valentine possível”, afirmaram.
Foto: Divulgação
Ao falar sobre a relação com o público brasileiro, a banda destacou a paixão dos fãs como algo único. Para Matt, a apresentação no Rock in Rio 2022 segue como um dos momentos mais marcantes da carreira. “Não são muitas as oportunidades de tocar em palcos tão grandes para tanta gente. Foi a primeira vez que conseguimos mostrar de verdade o que o Bullet é no Brasil, com produção completa, pirotecnia e cerca de 50 mil pessoas. Não tem nada igual”, relembrou.
Questionados sobre qual álbum representou o maior ponto de virada na trajetória do grupo, Matt reconheceu a importância de 'The Poison', mas ressaltou que cada disco carrega um peso decisivo. “The Poison colocou a banda no mapa, mas todo álbum é um desafio. Você não pode se repetir. O último disco foi pesado e agressivo, quase um ‘foda-se’ para muita gente. Cada trabalho precisa ser um ponto de virada, senão você só está fazendo música no automático e isso a gente não vai fazer.”
Digo Amazonas lança “Qual Brasil?” e mergulha em 100 anos de disputas culturais para entender o país de hoje
Por: Mayara Abreu
Agradecimento: Karó Comunicação
O músico e compositor Digo Amazonas acaba de lançar Qual Brasil?, seu primeiro álbum à frente da banda Multidão, e carrega consigo uma pergunta que atravessa tempos, ritmos e disputas de identidade: afinal, que Brasil estamos retratando, vivendo e disputando?
Digo participou de diversas bandas ao longo da carreira, sempre transitando entre o rock e a percussão brasileira, terreno onde se sente mais em casa. Mas foi agora, “pela primeira vez como autor e compositor à frente de um trabalho”, que ele decidiu transformar anos de vivências, viagens, blocos de carnaval, estudos e inquietações em um manifesto musical.
Rodrigo Noé de Souza (Big Rock N' Roll) com a banda Here I Am
Por Rodrigo Noé de Souza (Mtb 0090611/SP)
A sexta-feira do dia 7 de novembro ocorreu a audição do disco 'Sinergy', da banda Here I Am, banda essa que conta com integrantes da banda-tributo ao Andre Matos.
A banda é formada por Bruce (vocal), Roney Araújo (guitarra), Renan Cardoso (baixo), Diego Rocha (teclado) e Andrew Aquino (bateria). A festa reuniu amigos, familiares e a imprensa para conferir o primeiro disco da banda.
Robert (ADEPT): “Esse álbum é um pacto de sangue com quem acreditou na gente”
Por: Mayara Abreu
Agradecimento: Napalm Records
Depois de quase uma década sem lançamentos, o ADEPT está de volta com o aguardado álbum BloodCovenant. Conversamos com Robert Ljung, vocalista da banda sueca, que falou sobre o retorno, as memórias que inspiraram o novo disco e a expectativa de finalmente tocar no Brasil.
Agradecimento à Jéssica Marinho (Reverbera Music Media) pelo convite
Essa data, 11 de setembro, pode ser clichê, para muitos. Afinal, foi nessa data que aconteceu o atentado ao World Trade Center, quando dois aviões pilotados pelos terroristas da Al Qaeda chocaram nas duas torres gêmeas. Voltando mais para o presente, o STF condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro, pelos crimes contra a democracia, além de tentar instaurar um golpe de estado.
E, também nessa data, aconteceu a audição, em primeira mão do novo disco da banda The Damnation, 'Eyes ofDispair', realizado no The Metal Bar, em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo.
Com um público, na maioria amigos e imprensa, ouvimos o disco, além dos comentários da líder Renata Petrelli, sobre as faixas compostas.
A Big Rock entrevistou a simpática Renata, sobre a concepção do disco, as participações especiais, a resistência feminina na sociedade, além de outras coisas. Confira a seguir:
Hugo Mariutti fala sobre o novo álbum This Must Be Wrong e reflete sobre sua trajetória
Com mais de três décadas dedicadas à música, o guitarrista e compositor Hugo Mariutti acaba de lançar This Must Be Wrong, trabalho que ele descreve como o mais completo de sua carreira solo. Em entrevista à Big Rock N'Roll, o músico falou sobre o processo de criação do disco, as influências que permeiam as novas composições e a importância de abordar temas sensíveis como exaustão e depressão em suas letras.
“Depois do LastThings, eu realmente achei que não faria mais nada. Estava cansado, desanimado. Mas percebi que já tinha mais de 20 músicas escritas e resolvi escolher as melhores e produzir esse álbum. Foi um processo muito especial, em um momento em que eu estava mais animado. Talvez seja o trabalho que mais me deixou feliz em toda a minha carreira solo”, revela Mariutti.
O músico também destacou o desafio de trabalhar sua voz sem alterar os tons originais das músicas: “Eu quis manter o clima de cada composição. Então treinei bastante até encontrar a forma certa de cantar cada faixa. Foi um processo intenso, mas muito natural, que trouxe resultados que me deixaram satisfeito.”