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| Foto: Rafael Procópio |
Por: Alexandre Veronesi e Rafael Cunha Procópio
Fotos do Cemitério por Alexandre Veronesi
Fotos do Flageladör e do Left to Die por Rafael Cunha Procópio
Este tem se mostrado um ano extraordinário para fã brasileiro de Death nenhum colocar defeito. O calendário de shows de 2026 no Brasil trouxe – ou ainda trará – concertos que possuem íntima relação com todas as fases musicais desse pilar fundamental do metal da morte estadunidense. Sem sombra de dúvida, ao menos um (senão todos) desses atos agradaram a vasta e variada legião de fãs do legado musical de Chuck Schuldiner. Iniciando o ano com a vinda da veia mais progressiva e reflexiva do Death, em janeiro, com o Cynic, do ex-membro Paul Masvidal (Human), e da fase mais técnica, bem representada no retorno da banda legado/tributo Death to All, composta por uma variedade de ex-membros – Steve DiGiorgio (Human e Individual Thought Patterns), Gene Hoglan (Individual Thought Patterns e Symbolic) e Bobby Koelble (Symbolic) –, a reta final de 2026 retrocedeu ainda mais no tempo e prestigia a fase inicial deliciosamente grotesca e podre do Mantas/Death. Em menos de dois meses, o público brasileiro terá a oportunidade de prestigiar ao vivo os outros dois membros fundadores do Mantas: Kam Lee virá como vocalista convidado do Benediction em outubro/novembro e, agora sim o motivo deste texto, Rick Rozz (Leprosy), que empunha o legado do Death no Left to Die ao lado do também ex-Death Terry Butler (Leprosy e Spiritual Healing).




