Rádio Big Rock

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11 de agosto de 2018

De Papo com: The Toy Dolls


Foto: Divulgação 


Prestes a se apresentar em São Paulo, o The Toy Dolls bateu um papo com a nossa equipe.

Confira:

* Muitos artistas falam o quanto é especial visitar o Brasil. Como é isso para vocês? Qual é a melhor lembrança do último show da banda aqui em 2010?
A: O Brasil sempre foi especial. É um lugar de festa e isso define bem o TTD: escapismo e festa. Então o Brasil combina direitinho! O show de 2010, como os anteriores, foi uma selvageria!

* O que esperar do setlist para os shows? O álbum ATLO nunca foi tocado aqui. Tem algum plano de colocar mais musicas dele no setlist?
A: Vai ter uma mistura de musicas da maioria dos álbuns e muitas que a gente nunca tocou da última vez.

* A visita do TTD no Brasil em 1995 foi muito problemática, especialmente por causa da agressão que vocês sofreram por skinheads da plateia. Esse episódio foi um caso isolado na carreira da banda? Esse episódio mudou de alguma forma a maneira como a banda passou a conduzir os shows (no palco ou nos backstages)?
A: Sim, eu me lembro e, felizmente, foi algo isolado. Está bem diferente hoje em dia! Todo mundo se divertindo junto e tal!

* Também em 1995, numa entrevista com a Folha, vocês disseram que a banda não teve uma boa relação com o país de origem e, à época, disseram que o TTD não pisava na Inglaterra desde 1984. Você poderia explicar melhor a situação?
A: Nós temos um grupo de fãs pequeno, mas muito fiel na Inglaterra. Desde o sucesso de NTE muitas pessoas não nos escutam mais. A imprensa também não, mas é totalmente diferente no resto do mundo.

* E como é a relação da banda com a Inglaterra hoje em dia? Algo mudou?
A: Ainda temos um grupo pequeno e dedicado de fãs, mas, na verdade, nada mudou muito.

* Em uma entrevista ao TVUOL, em sua passagem solo pelo Brasil em 2006, você disse que conheceu algumas bandas brasileiras como LK, Cólera e CDSS. Desde então, houve alguma banda ou artista brasileiro que tenha chamado sua atenção?
A: Já ouvimos muitas bandas brasileiras boas, mas não da pra lembrar os nomes! Cólera continuará sendo nossa memória mais especial.

* Como o Sr. Duncan entrou para o TTD? Ele tocou no SNUFF, uma banda que tem um som relativamente diferente e que, por vezes, lembra bandas americanas de hardcore melódico dos anos 90. Como você acha que isso contribuiu para o som do TTD?
A: Boa pergunta. Nós sempre fomos fãs do Snuff e o Duncan mora não muito longe de Londres. Ele demorou um pouco para decidir se entraria no TTD, mas já está com a gente há mais de uma década. Melhor baterista de todos!

* A banda já disse ter sido influenciada pelo byS, 999, AU e até mesmo Sex Pistols. Todas bandas muito importantes desde o surgimento do punk no RU. Existem bandas mais recentes que vocês ouvem com frequência e que influenciam o som do TTD?
A: Ainda são essas bandas antigas e, até mesmo, mais antigas como TP e DF que nos influenciam. Eu teria que ouvir coisas mais recentes, tipo, depois dos anos 90.

* Por fim, para aumentar expectativas: qual é a principal diferença entre o TTD que veio pra cá em 2010 e o que está vindo este ano?
A: Ah, agora é mais tranquilo, um setlist mais entediante, meio sonolento. A maioria do público fica sentada e a gente agora toca mais baixo também.
Ha... se você acredita nisso, você acredita em qualquer coisa! Vamos festejar!!!


Por: Marcela Monteiro
Agradecimento: Erick Tedesco - Powerline

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