Para quem curte clássicos do rock
‘n roll, a expectativa é grande sobre a vinda de membros da banda Dire Straits
ao Brasil nesta semana. Formada pelos ex-integrantes Phil Palmer (guitarra e
vocais), Alan Clark (piano e teclado), Danny Cummings (percussão e vocais) e
Marco Caviglia (voz e guitarra), a Dire Straits Legacy se apresenta nesta quinta-feira
(4) no Espaço das Américas, na Barra Funda, zona oeste de São Paulo. A banda se
apresenta ainda em Porto Alegre, Florianópolis, Vitória, Salvador e Recife
neste mês.
O Big Rock ‘N Roll esteve
presente na coletiva de imprensa realizada na última terça-feira dia (02) no Estúdio Mosh, em São Paulo, para trazer a vocês as novidades sobre este
projeto que promete agradar os fãs saudosos. Dentre os assuntos abordados, os integrantes
falaram sobre novos trabalhos, sobre a época do Dire Straits e sobre algumas
novidades a respeito do show que acontece hoje.
Com relação às diferentes épocas
de atividade, é possível notar que o sentimento pela música e a realização de
estar com amigos permanece: “é uma oportunidade única podermos nos juntar como
amigos e profissionais ao mesmo tempo”.
O grupo tem preparado grandes
novidades para os fãs ao lançarem ainda nesta semana o novo single do projeto
Jesus Street, que fará parte do setlist
da turnê pelo Brasil: “serão essencialmente grandes músicas do Dire Straits que
todos ainda querem ouvir depois de trinta anos, exceto por uma, que nós
gravamos em estúdio para o Legacy: Jesus Street, porque queríamos deixa-la
pronta para nossa vinda ao Brasil”.
O foco do projeto é trazer os
clássicos ao vivo aos fãs, além de composições novas feitas especialmente para
o Dire Straits Legacy, que, aliás, tem intenção de trilhar seus próprios
caminhos: ”estamos fazendo um álbum sob o nome de Legacy – não Dire Straits
Legacy – apenas Legacy, com a mesma banda e está muito bom!”.
O novo álbum, que será lançado no
final do ano, conta com faixas escritas por Alan e Marco, mas não com
regravações de canções famosas: “não temos planos para fazermos álbum das
músicas do Dire Straits, porque não faria muito sentido. Tocamos as músicas [do
Dire Straits] para pessoas que querem ouvi-las ao vivo; se elas quiserem ouvir
a música original, elas podem ouvir os álbuns originais; o que faremos são
álbuns das nossas próprias músicas”.
Phil afirmou que não teve
problemas para relembrar os arranjos para as apresentações ao vivo e Alan
completou que estava feliz por voltar aos palcos após 25 anos. Eles acreditam,
sim, que muitas bandas foram influenciadas pelo trabalho deles e é por isso que
o Dire Straits tem tanta importância na história da música. Como o próprio Alan
disse: “grandes músicas vivem para sempre”.
Os fãs podem aguardar uma noite
memorável de grandes clássicos!
Agradecimento: Denise Catto - Catto Comunicação
Texto: Juliana Carpinelli Barbosa / Marcela Monteiro
Fotos: Ismael Monteiro Filho


São gente como a gente. Músicos de primeira grandeza.
ResponderExcluirSem viadismos.