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| Foto: Equipe Big Rock e Bullet For My Valentine |
Por: Mayara Abreu
Agradecimento: ForMusic
Em entrevista à Big Rock, o Bullet For My Valentine falou abertamente sobre o processo de criação do novo álbum, previsto para o próximo ano.
Segundo Matt Tuck, a banda ainda está no meio do caminho e lidando com uma rotina intensa de turnês, o que acabou impactando diretamente o ritmo das gravações. “O processo criativo ainda está acontecendo. Foi um ano muito corrido, com muitas turnês, então usamos os espaços que tivemos para escrever, às vezes juntos, às vezes individualmente. Demorou um pouco para encontrar um ritmo, mas agora estamos realmente no caminho certo”, explicou.
Matt destacou ainda que o novo trabalho carrega influências de diferentes fases da banda. “Tem sido uma viagem por várias eras do Bullet, e eu acho que isso é uma força. A gente está deixando o álbum ser o que ele quiser ser, de forma natural. Ele vem aí, mas ainda tem muita coisa para fazer”, completou. Padge e Jamie reforçaram a fala do vocalista, lembrando que o ano foi especialmente intenso. “Foi um ano muito ocupado, então tudo aconteceu entre uma turnê e outra. Assim que tivermos um tempo maior, vamos nos dedicar totalmente para entregar o melhor álbum do Bullet For My Valentine possível”, afirmaram.
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| Foto: Divulgação |
Ao falar sobre a relação com o público brasileiro, a banda destacou a paixão dos fãs como algo único. Para Matt, a apresentação no Rock in Rio 2022 segue como um dos momentos mais marcantes da carreira. “Não são muitas as oportunidades de tocar em palcos tão grandes para tanta gente. Foi a primeira vez que conseguimos mostrar de verdade o que o Bullet é no Brasil, com produção completa, pirotecnia e cerca de 50 mil pessoas. Não tem nada igual”, relembrou.
Questionados sobre qual álbum representou o maior ponto de virada na trajetória do grupo, Matt reconheceu a importância de 'The Poison', mas ressaltou que cada disco carrega um peso decisivo. “The Poison colocou a banda no mapa, mas todo álbum é um desafio. Você não pode se repetir. O último disco foi pesado e agressivo, quase um ‘foda-se’ para muita gente. Cada trabalho precisa ser um ponto de virada, senão você só está fazendo música no automático e isso a gente não vai fazer.”
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| Foto: Divulgação |
Confira o bate-papo na íntegra:



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