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| Foto: Divulgação |
Ao longo dos últimos 90 dias, o Auditório MIS, no andar térreo do Museu da Imagem e do Som, passou por uma reforma completa. O espaço recebeu novos equipamentos de projeção, novas poltronas, novo sistema de proteção acústica e novas estruturas para iluminação cênica. O espaço é sempre usado pela programação do Museu, servindo como palco principal de importantes atividades culturais, como mostras de cinema, shows, debates, palestras, lançamentos de filmes, entre outras programações.
Registrando sua reabertura em grande estilo, o Museu apresenta o show “Tributo a David Bowie”, saudando um ícone pop da imagem e do som e uma das exposições mais lembradas pelo público do MIS, “David Bowie”, de 2014. O espetáculo, liderado pelo ator e cantor André Frateschi, revisita diferentes fases da carreira do ícone britânico em um show intenso e emocionante. No repertório, clássicos como “Let’s Dance”, “Ashes to Ashes” e “Space Oddity” ganham interpretações únicas, comunicando a genialidade e o legado atemporal de Bowie. Mais do que um show, a apresentação é uma homenagem leve e inspiradora, que conecta passado e presente, relembrando a exposição que marcou a história do Museu e convidando o público a reviver um pedacinho dessa experiência inesquecível.
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Sobre a exposição “David Bowie”:
Em 2014, o MIS apresentou a exposição “David Bowie”, organizada originalmente pelo Victoria and Albert Museum (V&A), de Londres, a partir de acesso sem precedentes ao The David Bowie Archive. Estruturada de forma temática, a mostra reuniu set lists, letras manuscritas, instrumentos, desenhos, 47 figurinos icônicos — como o macacão assimétrico de vinil assinado por Kansai Yamamoto para a turnê de “Aladdin Sane”, o terno usado em “Life on Mars?” e peças criadas exclusivamente para a fase “Ziggy Stardust” —, além de trechos de filmes, shows, videoclipes e fotografias raras. Ao conduzir o público por seus múltiplos personagens e performances, a exposição, que recebeu mais de 80 mil visitantes, evidenciou influências como o surrealismo, o expressionismo alemão, a mímica e o teatro Kabuki, revelando o processo criativo de David Bowie e o impacto duradouro de sua obra na cultura contemporânea.
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