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| Foto: Thayz Figueiredo |
Hellfest Festival - Clisson/França - 20 de Junho de 2026
Por: Thayz Figueiredo
Fotos: Thayz Figueiredo / Nicko Guihal / Florentine Pautet Photography / David Gallard
O segundo dia de Hellfest começou com notícias que ninguém queria receber. Tom Morello, que já havia cancelado sua apresentação por conta de uma situação de saúde na família, foi seguido pelo Chaos A.D., que precisou se retirar da programação após um acidente com seu ônibus de turnê na volta do Graspop Metal Meeting. Felizmente, o motorista evitou o que poderia ter sido uma tragédia, e a banda fez questão de agradecer publicamente pela sua habilidade. O Volbeat também ficou de fora, por motivos que não chegaram a ser oficialmente esclarecidos. Três baixas em um único dia.
Mas, se a programação ficou um pouco mais enxuta, pelo menos para mim, que pretendia assistir às três atrações canceladas, o tempo extra acabou virando um presente. Cheguei cedo ao festival e finalmente consegui explorá-lo com calma: caminhar pelos outros palcos, observar a cenografia, descobrir cantinhos que ainda não conhecia, visitar as áreas de merchandising. O Hellfest impressiona justamente por isso. Cada detalhe parece ter sido pensado para criar uma experiência que vai muito além dos shows.
Foi bom ter esse respiro antes da maratona que ainda estava por vir. E, quando a noite cai e as tochas espalhadas pela arena começam a ser acesas, o festival ganha uma atmosfera quase surreal. É um daqueles lugares que, por mais fotos e vídeos que você veja, só dá para entender de verdade estando ali.
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| Foto: Thayz Figueiredo |
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| Foto: Thayz Figueiredo |
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| Foto: Thayz Figueiredo |
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| Foto: Thayz Figueiredo |
Enhancer: os heróis locais que incendiaram o Mainstage 1
Eu já estava caminhando para os palcos principais, onde pretendia assistir ao Anthrax, quando o Enhancer entrou no Mainstage 1 para ocupar o horário deixado pelo cancelamento do Chaos A.D.. Não conhecia a banda, mas bastaram poucos minutos para entender que aquilo era um momento especial.
Veteranos do nu metal francês, eles celebravam 25 anos de carreira e voltavam ao Hellfest como verdadeiros heróis da casa. Desde a primeira música, ficou claro que o público estava muito feliz em vê-los. A resposta da plateia foi imediata: rodas abriram, os refrões foram cantados a plenos pulmões e o clima era de celebração do início ao fim.
O vocalista David Gitlis levou essa energia ao pé da letra. Em um dos momentos mais divertidos do show, desceu do palco, se jogou sobre o público e seguiu cantando enquanto fazia crowdsurf. Era impossível não sorrir vendo a interação entre banda e plateia.
Foi uma daquelas descobertas que só um festival proporciona: você chega para ver outra banda e acaba encontrando um show que nem sabia que precisava assistir.
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| Foto: Nicko Guihal |
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| Foto: David Gallard |
Setlist Enhancer - Hellfest 2026 (Mainstage 1):
1. Intro
2. Electrochoc
3. Street Trash
4. Hardcore Version Dancefloor (com Niko of The Arrs)
5. K.O.
6. That’s My People / J’arrive / Qu’est-ce qu’on attend (cover Suprême NTM, com JoeyStarr)
7. Pas sommeil
8. Street Playground
9. Nowhere / Ce soir c’est grand soir (cover Pleymo, com Pleymo)
10. Cinglés
11. Hot
Anthrax: um dos nomes do Big Four provando por que merece estar no topo
O Anthrax entrou no Mainstage 2 sob um calor de alerta vermelho na França, e encontrou uma multidão tomando o espaço. E fica cada vez mais difícil entender por que a banda tantas vezes aparece abaixo do que merece nos line-ups de festivais. Ao vivo, eles são simplesmente devastadores, e para mim, entregaram um dos melhores shows do Hellfest.
Joey Belladonna parecia se divertir tanto quanto o público. Corria de um lado para o outro, sorria o tempo todo, brincava com a plateia e, impressionantemente, mantinha a voz intacta.
Frank Bello foi pura energia, atravessando o palco sem parar, enquanto Scott Ian comandava tudo com sua presença inconfundível, e aqueles riffs que definiram uma geração do thrash metal. Já Jonathan Donais segurou a parte técnica com precisão absoluta.
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| Foto: Thayz Figueiredo |
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| Foto: Thayz Figueiredo |
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| Foto: Thayz Figueiredo |
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| Foto: Thayz Figueiredo |
A única ausência foi a de Charlie Benante, afastado por uma lesão leve. No lugar dele, Darby Todd assumiu a bateria durante essa etapa da turnê e deu conta do recado sem que o nível da apresentação caísse em nenhum momento.
O repertório foi praticamente uma aula de thrash metal. "Among the Living", "Madhouse", "Caught in a Mosh", "Antisocial" e "Indians" mantiveram o público em movimento o tempo inteiro, enquanto "Medusa" apareceu como uma grata surpresa para os fãs de longa data. A única inédita da noite, "It's for the Kids", deu uma boa amostra do novo álbum previsto para setembro e deixou a impressão de que a banda ainda tem muito a entregar.
E, como se já não bastasse, Joey Belladonna ainda encerrou o show usando o tradicional cocar de "Indians", enquanto um grande mosh acontecia na plateia. Uma apresentação que lembrou por que o Anthrax continua sendo, com todos os méritos, um dos gigantes do Big Four.
Para quem quiser assistir ao show completo, a apresentação está disponível gratuitamente na plataforma de streaming da Arte.tv.
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| Foto: Thayz Figueiredo |
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| Foto: Thayz Figueiredo |
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| Foto: Thayz Figueiredo |
Setlist Anthrax - Hellfest 2026 (Mainstage 2):
12. I Can’t Turn You Loose (cover Otis Redding, versão Blues Brothers - intro)
13. Among the Living
14. Got the Time (cover Joe Jackson)
15. Madhouse
16. Caught in a Mosh
17. Medusa
18. Keep It in the Family
19. It’s for the Kids (nova música)
20. Antisocial (cover Trust)
21. Indians
A Perfect Circle: o show certo na hora errada
O A Perfect Circle assumiu o Mainstage 1 enquanto o Anthrax ainda ecoava no palco ao lado. A mudança de clima foi imediata. Se, por um lado, ficou evidente como as duas bandas pertencem a universos completamente diferentes, por outro, a transição pareceu brusca demais para quem ainda estava com a adrenalina do thrash metal correndo nas veias.
Musicalmente, há pouco o que questionar. Maynard James Keenan segue cantando de forma impecável, e Josh Freese continua sendo um daqueles bateristas que parecem capazes de tocar qualquer estilo com absoluta naturalidade. A execução foi excelente.
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| Foto: Thayz Figueiredo |
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| Foto: Thayz Figueiredo |
O problema era o contexto. O repertório introspectivo, denso e atmosférico do A Perfect Circle pedia outro momento do festival. Grande parte do público parecia estar apenas aguardando o próximo show, do Megadeth, e isso acabou influenciando a energia da apresentação. Não foi uma questão de performance, mas de timing.
Para mim, ainda houve uma pequena frustração extra. Eu estava em uma das grades laterais e simplesmente não conseguia enxergar o palco inteiro. Como de costume, Maynard permaneceu praticamente o show todo no fundo do palco, envolto em fumaça e iluminação baixa, ficando quase invisível do meu ângulo. E o Freese, por quem tenho um carinho especial, também ficou fora do meu campo de visão durante todo o show. Uma pena real.
Foi um show tecnicamente impecável. Noite errada para ele.
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| Foto: Florentine Pautet Photography |
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| Foto: Florentine Pautet Photography |
Setlist A Perfect Circle - Hellfest 2026 (Mainstage 1):
22. The Package
23. Disillusioned
24. The Doomed
25. Weak and Powerless
26. Rose
27. Gravity
28. TalkTalk
29. 3 Libras (All Main Courses Mix)
30. The Outsider
31. Counting Bodies Like Sheep to the Rhythm of the War Drums
32. Starless
33. The Noose
34. Blue
35. Judith
Megadeth: precisão máxima, com ressalvas honestas
O Megadeth entrou no Mainstage 2 e bastaram os primeiros acordes de "Tipping Point" para despertar quem ainda estava recuperando o fôlego depois do Anthrax. Tecnicamente, é muito difícil apontar falhas. A banda segue impressionando pela precisão.
"Sweating Bullets" foi uma verdadeira aula de riffagem, enquanto Teemu Mäntysaari mostrou mais uma vez por que se encaixou tão bem na banda, complementando Dave Mustaine com naturalidade. Com "Tornado of Souls", "Symphony of Destruction" e "Peace Sells", o set entregou exatamente o peso que o público esperava.
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| Foto: Thayz Figueiredo |
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| Foto: Thayz Figueiredo |
Um dos momentos mais bonitos foi "À Tout Le Monde". Em um festival francês, ouvir milhares de pessoas cantando o refrão em sua própria língua deu à música um significado ainda maior. Talvez tenha sido o coro mais forte de toda a apresentação.
Dito isso, minha impressão sobre os shows do Megadeth continua a mesma depois de quatro ou cinco apresentações. É uma banda que dificilmente toca mal. Pelo contrário: a execução é impecável. Mas, para mim, quase nunca alcança aquele nível de catarse que transforma um ótimo show em uma experiência inesquecível. Se tivesse que resumir, daria a mesma nota que costumo dar ao Megadeth: um sólido 7,5. A única exceção continua sendo o show no SWU, em 2011, que conseguiu superar essa sensação.
Também vale mencionar um aspecto que inevitavelmente aparece ao vivo hoje em dia: Dave Mustaine já não consegue sustentar todas as linhas vocais da mesma forma que no passado. É algo perfeitamente compreensível, considerando sua idade e o histórico recente de problemas de saúde, mas que acaba diminuindo um pouco a sensação de perfeição que muitos associam à banda.
No fim das contas, o Megadeth entregou exatamente o que costuma entregar: um show extremamente competente, tecnicamente irrepreensível e cheio de clássicos. Só não foi, para mim, um daqueles shows que ficam marcados para sempre.
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| Foto: Thayz Figueiredo |
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| Foto: Thayz Figueiredo |
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| Foto: Thayz Figueiredo |
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| Foto: Thayz Figueiredo |
Setlist Megadeth - Hellfest 2026 (Mainstage 2):
36. Tipping Point
37. Hangar 18
38. Take No Prisoners
39. Sweating Bullets
40. I Don’t Care (nova música)
41. Hook in Mouth
42. Let There Be Shred (nova música)
43. A Tout le Monde
44. Mechanix
45. Poison Was the Cure
46. Countdown to Extinction
47. Tornado of Souls
48. Symphony of Destruction
49. Peace Sells
50. Holy Wars... The Punishment Due
Limp Bizkit: a melhor banda ruim do mundo (e isso é um elogio)
O Limp Bizkit é, para mim, a melhor banda ruim que existe. E digo isso com todo o carinho do mundo.
Musicalmente, eles nunca foram a banda mais sofisticada do planeta. Mas também nunca precisaram ser. O Limp Bizkit construiu sua carreira em cima de riffs grudentos, refrões impossíveis de esquecer e uma quantidade absurda de carisma. Eu cresci ouvindo esses hits no fim dos anos 1990 e começo dos anos 2000, então existe um fator nostalgia impossível de ignorar. E, ao vivo, tudo isso funciona ainda melhor.
A química entre Fred Durst e Wes Borland continua sendo o grande trunfo da banda. Fred conduz a plateia com aquela mistura de irreverência e espontaneidade que virou sua marca registrada, enquanto Wes segue roubando a cena com seus figurinos e sua presença única.
Foi uma sequência praticamente ininterrupta de hits: "My Generation", "My Way", "Nookie", "Rollin'"... O cover de "Faith", de George Michael, apareceu logo no início como uma declaração de intenções. Já "Behind Blue Eyes" ganhou um peso emocional ainda maior por ter sido dedicada ao baixista Sam Rivers, que faleceu recentemente.
E continuo achando genial a decisão de abrir e fechar o show com "Break Stuff". A música resume perfeitamente a essência da banda: começa estabelecendo o clima do show e termina usando essa energia no máximo dela. Simples, eficiente e impossível de não funcionar.
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| Foto: Nicko Guihal |
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| Foto: Nicko Guihal |
Minha única ressalva ficou por conta da reação do público. Quando Fred perguntou quem queria subir ao palco para cantar "Full Nelson", a resposta foi muito mais tímida do que eu esperava. No fim, ele chamou o Slay Squad em vez de um fã da plateia – e foi incrível. Talvez a minha percepção seja influenciada pelo fato de ter visto a banda em São Paulo, poucos meses antes, em um dos shows mais explosivos que já fui. Comparando as duas experiências, senti que, em Clisson, o público poderia ter se entregado muito mais.
Ainda assim, quando o assunto é diversão, poucas bandas conseguem competir com o Limp Bizkit. Que energia!
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| Foto: Nicko Guihal |
Setlist Limp Bizkit - Hellfest 2026 (Mainstage 1):
51. Faith (cover George Michael)
52. Break Stuff
53. My Generation
54. Livin’ It Up
55. Hot Dog
56. My Way
57. Nookie
58. Full Nelson (com Slay Squad)
59. Eat You Alive
60. Rollin’ (Air Raid Vehicle)
61. Boiler
62. Behind Blue Eyes (cover The Who)
63. Take a Look Around
64. Break Stuff (encore, com Slay Squad)
Behemoth: upgrade de palco, e a entrega de um espetáculo visual à altura
O Behemoth estava originalmente escalado para o Temple Stage, mas, após o cancelamento do Volbeat, ganhou um upgrade para o Mainstage 2. E bastaram poucos minutos para ficar claro que a banda ocupava aquele espaço com absoluta naturalidade.
A produção foi gigante. Chamas surgiam praticamente o tempo todo, crucifixos invertidos dominavam a cenografia, e Nergal apareceu com figurinos elaborados que reforçavam o caráter teatral da apresentação. Tudo parecia planejado para transformar o show em um grande ritual, muito mais do que uma simples sequência de músicas.
"Ritualístico" então talvez seja a palavra que melhor resuma a experiência. O encerramento com "O Father O Satan O Sun!" levou esse conceito ao auge: os integrantes surgiram com os rostos ensanguentados, enquanto o palco permanecia envolto em fogo e fumaça, fechando a apresentação.
Dito isso, sendo honesta: a música do Behemoth não me pega tanto emocionalmente. O show em si é impressionante. Mas há uma diferença entre admirar uma apresentação e ser arrastada por ela. E tudo bem. Às vezes, basta reconhecer quando uma banda entrega exatamente aquilo que se propõe a fazer, e o Behemoth fez isso com excelência. A produção me pegou. A música em si? Nunca aconteceu.
Setlist Behemoth - Hellfest 2026 (Mainstage 2):
65. The Shadow Elite
66. Ora Pro Nobis Lucifer
67. Thy Becoming Eternal
68. Conquer All
69. The Shit ov God
70. Ecclesia Diabolica Catholica
71. Blow Your Trumpets Gabriel
72. Nomen Barbarvm
73. Bartzabel
74. The Return of Darkness and Evil (cover Bathory)
75. Ov Fire and the Void
76. Chant for Eschaton 2000
77. O Father O Satan O Sun! (encore)
O que fica do Dia 2 - e do Hellfest
Foi o último dia da nossa cobertura. O domingo ficou de fora, mas, sinceramente, a experiência já tinha valido cada minuto.
O Hellfest é um daqueles festivais que transcendem o line-up. Claro que os shows são o motivo que leva milhares de pessoas até Clisson, mas é a atmosfera que faz o evento ser tão especial. A cenografia, a organização, os detalhes espalhados pelo espaço e a sensação de estar caminhando por um universo próprio transformam a experiência em algo muito maior do que simplesmente assistir aos shows. E, quando anoitece e as tochas são acesas por toda a arena, o festival ganha uma identidade que nenhuma foto ou vídeo consegue reproduzir por completo.
O segundo dia resumiu bem isso. Os cancelamentos mudaram os planos, abriram espaço para descobertas inesperadas e mostraram que, mesmo quando o roteiro foge do previsto, o Hellfest continua entregando uma experiência memorável. No fim das contas, talvez tenha sido justamente essa imprevisibilidade que tornou o sábado ainda mais especial.
Foram mais de uma dezena de shows vistos, momentos inesquecíveis e a certeza de que esse é um festival que todo fã de rock e metal deveria viver pelo menos uma vez.
Se eu voltaria? Voltaria amanhã se pudesse!
Até a próxima edição, Hellfest.































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