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| Foto: Divulgação |
Um dos maiores fenômenos do rock brasileiro dos anos 1980, o RPM, naquela década, foi a banda que chegou mais longe e acabou mais cedo. Um sucesso meteórico, com muita fama, hits e megaturnês. Mas, do primeiro single, “Louras geladas”, em 1984, até o fim da banda – três álbuns depois e um Disco Mix com Milton Nascimento –, foram apenas quatro anos.
Nesse meio tempo, o LP “Rádio Pirata ao Vivo”, de 1986, fruto de uma turnê pirotécnica dirigida por Ney Matogrosso e comandada pelo empresário Manoel Poladian, chegou a dois milhões e meio de cópias, um marco inédito no mercado fonográfico brasileiro.