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| Foto: Divulgação |
Rikki Rockett, baterista do Poison, lançou neste mês o livro Ghost Notes: My Life In Poison, publicado pela Rare Bird Books. Na autobiografia, o músico relembra a formação da banda em Mechanicsburg, na Pensilvânia, a mudança para Hollywood durante os anos 1980 e a trajetória que levou o grupo ao sucesso.
Escrito em parceria com Leif Eriksson e Martin Svensson, o livro aborda também os anos anteriores à fama. Rockett conta como trabalhou lavando pratos e cortando cabelos para sobreviver antes de alcançar o reconhecimento com o Poison.
Ao longo das páginas, o baterista também relata experiências pessoais marcantes, incluindo problemas com vícios, câncer, conflitos familiares e situações em que esteve próximo da morte.
Adquira o livro: https://ghostnotesbook.com/
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| Foto: Divulgação |
Formado em 1983, o Poison lançou seu álbum de estreia, 'Look What the Cat Dragged In', em maio de 1986. Em entrevista recente a Troy Culpan, do May The Rock Be With You, Rockett falou sobre a química entre os quatro integrantes da formação clássica.
“Eu simplesmente acho que existe uma sinergia entre nós quatro, e tentei entender isso. Acho que começa pelas personalidades”, afirmou o baterista.
Rockett também relembrou o início da parceria com Bret Michaels, destacando que os dois queriam construir uma banda que eles próprios gostariam de acompanhar como fãs.
“Quando Bret e eu começamos essa banda, queríamos uma banda da qual pudéssemos ser fãs”, contou. Segundo o músico, a ideia era construir o grupo a partir de seus gostos e referências reais, em vez de criar uma imagem artificial.
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| Foto: Divulgação |
Ghost Notes: My Life In Poison também apresenta relatos sobre os conflitos enfrentados pelo Poison durante sua ascensão. Rockett descreve, por exemplo, desentendimentos com Kevin DuBrow, vocalista do Quiet Riot, durante um período de declínio da banda. De acordo com o baterista, DuBrow chegou a se desculpar anos mais tarde.
Rockett também atribui à banda Ratt uma participação importante na trajetória inicial do Poison. O grupo abriu shows para o Ratt durante uma turnê, oportunidade que ajudou a ampliar sua exposição diante do público.
“Se não fosse pelo Ratt, talvez nunca tivéssemos tido a chance de lançar um segundo single”, afirmou Rockett ao Hollywood Times.
Atualmente, Rockett também se apresenta com o The Rockett Mafia, projeto que começou a realizar shows em homenagem ao álbum 'Look What the Cat Dragged In' em 21 de maio, no The Vixen, em McHenry, Illinois. O repertório inclui ainda clássicos do rock das décadas de 1970 e 1980.
O músico também revelou que os planos para uma possível turnê em 2026 acabaram não avançando devido a uma disputa financeira.
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