Rádio Big Rock

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13 de julho de 2018

Shiron the Iron estreia em videoclipe com estética 90's


Foto: Antonio Andrade Far
Shiron the Iron é o nome do novo duo do rock alternativo brasileiro, que propõe uma despojada mistura de punk, blues e muito fuzz do rock psicodélico. Com uma guitarra artesanal, construída em uma caixa de madeira, e uma bateria com diversos apetrechos percussivos, a dupla faz um barulho e tanto em ‘Ain’t no man or woman to take my soul down’, a música de estreia que foi lançada esta semana em videoclipe com exclusividade pela revista americana Cake.
O clipe (confira aqui: https://www.youtube.com/watch?v=F9_2uLOz9Rc) saiu na versão digital (www.cake-mag.com) e a entrevista estampa a edição impressa deste mês. A Cake, no entanto, disponibilizou um trecho da matéria com Shiron the Iron: http://www.cake-mag.com/aint-no-man-or-woman-to-take-my-soul-down.
‘Ain’t no man or woman to take my soul down’ é o perfeito cartão de visitas do Shiron the Iron, uma banda que leva ao extremo o conceito de arte. Embalada numa estética vintage noventista, a música e o videoclipe trazem referências do cotidiano ordinário no interior de Minas Gerais, com cenas do duo tocando na mesma garagem e no jardim onde ensaiam, junto a filmagens amadoras produzidas tanto por eles como por amigos e mais takes que vão do surreal à escatologia. Em uma virada da música, tem até mesmo uma rasteira moda de viola.
E tudo captado com equipamento antigo. Foram utilizadas filmadoras de VHS e câmeras digitais já obsoletas. Lembra daquelas primeiras, lá no início dos anos 2000, que precisavam de disquete para salvar as fotos? A atmosfera noventista e a aura punk fazem deste videoclipe um autêntico material DIY!
A funcionalidade das ideias do vocalista/guitarrista Shiron (ex-Fusile) e do baterista Flavio Freitas (ex-Junkie Dogs) foram garantidas pela produção impecável de Leo Marques (ex-Diesel). A produção da música aconteceu no seu estúdio em Belo Horizonte, a Ilha do Corvo, amparada com muito equipamento analógico, do jeito que a banda demanda. A crueza, o peso e a atmosfera lo-fi estão evidentes em ‘Ain’t no man or woman to take my soul down’.

Agradecimento: Erick Tedesco - Tedesco Comunicação e Midia

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