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| Foto: Caike Scheffer |
Válvera - Burning House - São Paulo/SP - 28 de fevereiro de 2026
Por: Rodrigo Noé de Souza (Mtb 0090611/SP )
Fotos: Rodrigo Noé de Souza (Mtb 0090611/SP )
Fotos Válvera gentilmente cedidas por Caike Scheffer
O mês de fevereiro foi bem puxado para o fã de Rock/Metal, em São Paulo. Mesmo com o avanço dos blocos de rua e os desfiles das escolas de samba, os headbangers terminaram o mês com um show de verdade. E o Burning House promoveu o show da banda Válvera, que está lançando seu 4º disco, Unleashed Fury. Ao lado deles, estavam Flageladör, Debrix, Laboratori, The Heathen Scÿthe e 3 Pipe Problem.
Quando soou às 18h, a casa abriu e lá dentro estavam começando a montar as bancas de merchandising. O local inicialmente estava quase cheio, quando a primeira banda, a 3 Pipe Problem, subiu no palco. Com um som praticamente diferente, a banda fez bonito, ao misturar Rock, Metal, pós-Punk e Funk. O momento mais festivo foi quando tocaram a cover de Faith No More, From Out to Nowhere. Óbvio que a sonoridade do 3 Pipe é semelhante ao da banda americana. Mas, foi um gol de placa ter escalado eles.
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| Foto: Rodrigo Noé de Souza |
A próxima banda foi a Debrix, que fez um som totalmente voltado pro Hard Rock e Grunge. Essa banda tocou como abertura para a Helmet, no ano passado. E eles estavam muito empolgados, pois o som levantou a galera. Ponto positivo.
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| Foto: Rodrigo Noé de Souza |
Em seguida, veio a sensação do Metal Brazuka, a The Heathen Scÿthe. O sexteto veio com uma baita produção de palco, algo semelhante ao do Ghost, embora eles sejam bem mais "santinhos" do que a banda do Tobias Forge. O set é todo feito com o auto-intitulado EP e o single The Magus. Só faltou o público fazer fila e imitar os tripulantes fazendo remo numa embarcação viking.
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| Foto: Rodrigo Noé de Souza |
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| Foto: Rodrigo Noé de Souza |
A seguir, foi a vez da Laboratori, banda de Hardcore, que chamou a sua tropa para o abate. Realmente, o público, em boa parte dela, estava com as camisetas customizadas da banda. Ela não economizou na violência generalizada, e fez com que o público abrisse rodas.
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| Foto: Rodrigo Noé de Souza |
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| Foto: Rodrigo Noé de Souza |
Não é à toa que a banda Válvera vêm crescendo no meio metálico. Com seu Neo-Thrash Metal, a banda tocou seus sons do novo disco, levantando a galera, sem falar que fomos "invadidos" por ETs infláveis no circle pit. O primeiro convidado foi a lenda viva, Marcello Pompeu (Korzus), que tocou o som Reckoning Has Begun e fez com que o público pulasse ao som de Correria, do Korzus.
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| Foto: Caike Scheffer |
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| Foto: Caike Scheffer |
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| Foto: Caike Scheffer |
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| Foto: Caike Scheffer |
Depois, a banda tocou The Damn Colony, The Traveller, Crawl to the Dawn (com a participação do Alê) e terminaram com Demons of War. Vale lembrar que, ao começarem a tocar a última música, o público, que ia começar o circle pit, atacou uma moça, que desmaiou. Claro que o namorado dela veio pra cima de quem agrediu a garota, mas, são coisas que só num show de Metal, pode acontecer. É claro que a garota não sofreu nada grave, o que foi bom.
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| Foto: Caike Scheffer |
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| Foto: Caike Scheffer |
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| Foto: Caike Scheffer |
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Agradecimento à Isabele Miranda pelo convite e Burning House pela atenção
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