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| Foto: Tom Oldham |
Aos 77 anos, Robert Plant poderia estar descansando nos louros de um passado de proporções míticas. Vocalista do Led Zeppelin, uma das maiores bandas da história do rock, Plant escolheu o caminho oposto: continuar se reinventando, sempre em busca da próxima canção que ainda não ouviu.
Com o Saving Grace — projeto que reúne a vocalista Suzi Dian, o baterista Oli Jefferson, o guitarrista Tony Kelsey, o banjoísta Matt Worley e o violoncelista Barney Morse-Brown — Plant explora a evolução da música de raízes, passando pelo blues, folk, gospel e country. (Ryman Auditorium) O grupo nasceu na propriedade de Plant nas fronteiras do País de Gales, em 2019, levou seis anos para ser concluído e só ganhou forma de álbum após a pandemia interromper os planos iniciais.
Em show recente na Filadélfia, Plant demonstrou que o acordo com o público é claro: algumas canções do Led Zeppelin aparecem no repertório, mas o coração da noite bate mesmo no território do folk americano, do blues espiritual e das melodias que sempre estiveram na raiz daquele som mítico dos anos 1970.
No C6 Fest, no domingo, 24 de maio, ele chega ao Brasil pela primeira vez à frente do Saving Grace, uma noite que promete ser revelação para quem conhece e descoberta para quem ainda não sabe o quanto Plant tem ainda a dizer.
Por: Mayara Abreu

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